noites crianças e crianças de noite
[PARTE I] Opa! Doença, desgraça e agora célebros, não há como isso daqui não bater records de audiência! Não é segredo pra ninguém que em 2006 o Peixe de Aquário, meu blogue antigo, pegou pra valer sendo coluna social dos amigo. Fazia um monte de foto da gente em lançamento, umas legenda vagabunda e publicava. Milhões de acessos - pessoas adoram ver pessoas. Sorrindo. Literatura é só pretexto pra inventar fofoca. Sei. Aos poucos fui deixando a prática por puro desleixo. E tem gente mui competente fazendo isso, não perco por nada as fotos do Doidivana.
Contudo, contudo, hoje temos realmente o destaque de alguma celebridade, ahá. Não vou dizer do Mirisola, que embora célebro, não seja o rei da festa. Este posto deixamos ao Juliano Pessanha, que vendeu até o último livro na Livraria da Vila na Lorena ontem. E teve gente que saiu sem. Claro que tentei espertamente vender meu exemplar pro Mirisola, mas ele não aceitou não. Nem o culpo, todo mundo tem um preço e não vamos se fazer de difícil nessa hora.
Vi um monte de gente querida, escutei umas histórias boas, re/conheci pessoas agradáveis, sempre deixando bem claro minha estratégia de roubar até os últimos amigos do Daud no facebook - quero ver é mafiawars na real. Agradeço ao Stelio a paciência de fotógrafo. E marcamos já rotas pessoais para as Satyrianas, avisarei.
Néle Azevedo e Rafael Daud
Marcelo Mirisola, Rafael Daud, yo e Cláudia Vasconcellos
[PARTE II] Ainda uma série avassaladora de coincidências, que poetas sabem bem que nunca são mais que rotas de colisão - essas sabiamente deixo fora desta postagem.
O que entra: já dormia, mui senhorita convalescença, quando chega uma mensagem de texto. Só a curiosidade para fazer com que leia “Aninha, se tiver acordada, me liga”. Liguei, né?, saco. A dupla Caqui e Daud em 13 minutos estarão em casa. E é aniversário do Caqui!
Bem, dou um jeito e são recepcionados por velinhas de aniversário num manjar de côco com calda de amora. Aliás, quem mais do que eu tem um desses pronto-pra-todas-as-ocasiões na geladeira?, pior que estava meio triste que a calda não espalhou assim bonita pra foto, sabe? próxima vez faço outro bonitão. E tomamos chá e comemos nosso bolo simbólico e contamos mais histórias.
[CHORUS] Queria é colocar o poema do Herberto Hélder aqui, que abre o livro do Ju. Uma bomba de hidrogênio e ternura. Digitar é uma forma cega de ler com os dedos. Mas o livro está em casa e isso às vezes longe demais.
Filed under Sem categoria | Tags: cláudia vasconcellos, juliano pessanha, marcelo mirisola, néle azevedo, rafael daud | Comments (7)












