satyrianas - relatório nº i
“- eu vou te pegar
isso é um fato,
o resto é futuro”.
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… única coisa que sei de cor, né? Largo o microfone, agradeço e volto ao meu lugar. Aí o cara sentado ao lado logo inquere: é teu mesmo isso? Hum, digo que sim. Podia ainda acrescentar, e faz tempo. Mas deixa pra lá, preciso é criar vergonha na cara e decorar uns poemas novos. Que preguiça. Hehe, foi bem legal a Récita Maloqueirista, sarau ao cair da tarde nos Parlapatões.
Aí fila pra assistir a Velha Apresentadora. Velha que é mezzo-Guzik mezzo-Mirisola. O Mirisola diz que tem medo da velha. O Guzik adora. Eu é que me divirto.
Na fila, o Rui Mascarenhas conta pra gente os perrengue e curiosidades do Pontos de Poesia - sim, o Rui é o tal meiohomem que visitou uns trocentos-e-40 saraus em São Paulo, coisa de gente louca e gênia. A gente dá oi pro Felipe, que não saiu na foto, e pras divas da Cláudia Wonder, Cátia e Phedra de Cordoba - a Phedra diz que tá sempre lendo meu livro. Honra o comentário mais lindo no gerúndio.
Saídos da Velha e devidamente parabenizados senhor Alberto e o Chico Ribas, o ponto, fomos ali pro Bac. Existe sempre um percurso na Praça, é quase uma gincana, sabe? A Bruna comenta: nossa, tô impressionada que vcs conhecem todo mundo. Podia ser um elogio, hj sempre desconfio.
Encontramos o Pedro Toistesch e o Ivanito, ambos ainda querendo colar em sarau, essa gente que nunca bate bem. Contei pra outro Pedro, o filho da Pilar, que a vez mais bonita que vi alguém recitando na minha vida foi ele quando era pequeno - acho que bate o Zurita. É verdade. E agora no último domingo do mês, eles organizam o Encontro de Utopias no Bar Pandora, tamos todos convidado.
O que mais? Que fiquei de umas conversinhas fanfarronas tomando cerveja, já me arrependi e mandei sms confessatório. E por intermédio do Mirisola, conheci o Astier Basílio! Sim, correspondente lá de João Pessoa! Puxa, troco figurinha eletrônica com Astier há tantos anos. Adorei. Hoje levo pra ele um monte de livro, vou separar. Sim, hoje tem mais. Até a Néle vai. Faltou dar beijo no Ivam e no Rô. Mando foto.
Ah, é ótimo o Cake cantando Perhaps, Perhaps, Perhaps, recomendo. Se me permite. E se clicar na foto, elas aumentam.
Caco e Berimba no palco. A luz é do sol.
Dayse-Deise-donadessesorrisolindo!
diii-v-a-s: Cláudia Wonder, Cátia e Phedra de Cordoba
Rui explica pro Daud alguns lances sobre ladeiras e recepções acaloradas
Mirisola pós-velha, com as amigas vindas de Prudente e o Daud, combinando a camiseta verde
platéia com mais de 80 pessoas, tudo assim anjo iluminado de amarelo
Carol, Ivanito e Daud, ali na frente do Bac
Pedro Tostes e Daud
Pedro, Pilar, Daud e Bruna
Astier e yo em encontro antológico!
Filed under Sem categoria | Tags: Alberto Guzik, Cláudia Wonder, marcelo mirisola, Phedra de Cordoba, Poesia Maloqueirista, Pontos de Poesia, rafael daud, Rui Mascarenhas, Satyrianas | Comment (1)noites crianças e crianças de noite
[PARTE I] Opa! Doença, desgraça e agora célebros, não há como isso daqui não bater records de audiência! Não é segredo pra ninguém que em 2006 o Peixe de Aquário, meu blogue antigo, pegou pra valer sendo coluna social dos amigo. Fazia um monte de foto da gente em lançamento, umas legenda vagabunda e publicava. Milhões de acessos - pessoas adoram ver pessoas. Sorrindo. Literatura é só pretexto pra inventar fofoca. Sei. Aos poucos fui deixando a prática por puro desleixo. E tem gente mui competente fazendo isso, não perco por nada as fotos do Doidivana.
Contudo, contudo, hoje temos realmente o destaque de alguma celebridade, ahá. Não vou dizer do Mirisola, que embora célebro, não seja o rei da festa. Este posto deixamos ao Juliano Pessanha, que vendeu até o último livro na Livraria da Vila na Lorena ontem. E teve gente que saiu sem. Claro que tentei espertamente vender meu exemplar pro Mirisola, mas ele não aceitou não. Nem o culpo, todo mundo tem um preço e não vamos se fazer de difícil nessa hora.
Vi um monte de gente querida, escutei umas histórias boas, re/conheci pessoas agradáveis, sempre deixando bem claro minha estratégia de roubar até os últimos amigos do Daud no facebook - quero ver é mafiawars na real. Agradeço ao Stelio a paciência de fotógrafo. E marcamos já rotas pessoais para as Satyrianas, avisarei.
Néle Azevedo e Rafael Daud
Marcelo Mirisola, Rafael Daud, yo e Cláudia Vasconcellos
[PARTE II] Ainda uma série avassaladora de coincidências, que poetas sabem bem que nunca são mais que rotas de colisão - essas sabiamente deixo fora desta postagem.
O que entra: já dormia, mui senhorita convalescença, quando chega uma mensagem de texto. Só a curiosidade para fazer com que leia “Aninha, se tiver acordada, me liga”. Liguei, né?, saco. A dupla Caqui e Daud em 13 minutos estarão em casa. E é aniversário do Caqui!
Bem, dou um jeito e são recepcionados por velinhas de aniversário num manjar de côco com calda de amora. Aliás, quem mais do que eu tem um desses pronto-pra-todas-as-ocasiões na geladeira?, pior que estava meio triste que a calda não espalhou assim bonita pra foto, sabe? próxima vez faço outro bonitão. E tomamos chá e comemos nosso bolo simbólico e contamos mais histórias.
[CHORUS] Queria é colocar o poema do Herberto Hélder aqui, que abre o livro do Ju. Uma bomba de hidrogênio e ternura. Digitar é uma forma cega de ler com os dedos. Mas o livro está em casa e isso às vezes longe demais.
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