IE_04 # | Distopias e procrastinação

O assunto do 4o episódio de Incêndio na Escrivaninha – podcast sobre a incrível vida de quem escreve é distopias e procrastinação.

Distopias e procrastinação são palavrinhas muito populares nos incêndios que acometem escrivaninhas. Assim, convidei o George Amaral, especialista nas duas áreas, para conversar conosco a respeito dos temas.

As utopias saíram de moda? O que seria uma anti-utopia? E as utopias críticas? Como lidar com os efeitos paralisantes das distopias?

Sobre o tema procrastinação, mencionamos facetas positivas deste hábito, facetas nefastas, além de formas alternativas e produtivas de enrolar.

 

Livros mencionados no episódio

Desta vez, muitos títulos foram mencionados. Assim você mantém a lista infinita de leituras abarrotada com bons acréscimos. Organizei numa lista. As datas entre parênteses referem-se às edições originais.
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A mão esquerda da escuridão (1969) e Os despossuídos (1974) da Ursula Le Guin, traduções de Susana Alexandria, Editora Aleph.

Distopia – fragmentos de um céu límpido (2000) do Tom Moylan, org. Ildney Cavalcanti e Felipe Benicio. Editora Edufal

Nós, Ievguêni Zamiátin (1924), trad. Gabriela Soares, Ed. Aleph

A máquina para (1909), conto de Edward Morgan Forster, trad. Celso Braida para Revista Literária em Tradução.

Admirável mundo novo (1931) de Aldous Huxley, trad. Lino Vallandro e Vidal Serrano, Globo.

1984 (1949) de George Orwell, trad. Alexandre Hubner e Heloisa Jahn, Companhia das Letras.

Trilogia marciana do Kim Stanley Robinson: Red Mars (1993), Green Mars (1994) e Blue Mars (1996), sem tradução ao português.

Estação Perdido (2000) do China Miéville, trad. José Baltazar Pereira Júnior e Fábio Fernandes, Editora Boitempo.

Aniquilação (2014) Jeff Vandermeer, trad. Braulio Tavares, Editora Intrínseca.

A Quinta Estação (2015) da N. K. Jemisin, trad. Aline Storto Pereira, Morro Branco.

O conto da aia (1985) de Margaret Atwood, trad. Ana Deiró, Rocco.

Duna (1965) de Frank Herbert, trad. Maria do Carmo Zanini, Aleph.

Do amor – o dia em que Rimbaud decidiu vender armas (2018) de Ana Rüsche, Editora Quelônio.

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Outras menções:

TINA: “Argumento TINA” ou “princípio TINA”, frase recorrente que se tornou slogan de Margaret Thatcher durante o período em que foi primeira-ministra do Reino Unido (1979 a 1990): “there is no alternative” (não há outra alternativa).

Episódio #70 do podcast Viracasacas: Tecnologia e Distopia – com Caio Boiteux (Bluehand)

Sons: The Dø de Unissasi Laulelet e Grimes, Oblivion.

Mapa da procrastinação, ilustrado pela Gemma Correll

 

Entrevistado: George Amaral. Publicitário e Mestre em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP com a dissertação “Novo Estranhamento e Consciência Social em Estação Perdido, de China Miéville”. Especialista em Roteiro Audiovisual pela PUC-SP e Designer Gráfico formado pela Escola Panamericana de Arte. É fundador do Gonf Studio de Arte e membro do conselho editorial da Revista Fantástika 451. Como ilustrador, publicou treze livros como ilustrador, no Brasil, EUA e Noruega. Entre outros trabalhos, publicou os contos Momentos Engarrafados, 2012, Editora Estronho, e Código Fonte, 2014, Revista Trasgo.

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Episódios anteriores:
#1 Escritores e suas casas
#2 Autoexigência: como lidar sem fritar
#3 Feiras e festivais literários

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Incêndio na Escrivaninha

Episódio #4| Distopias e procrastinação
Com Ana Rüsche
Agosto de 2018
Duração: 42 min
Rádio Sens Podcast
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