sinixtrão

Pronto! Decretada nova crise de hiperatividade. Não tenho a mínima idéia como profissionais qualificados denominariam isso, mas por hora é suficiente. Tive umas dez mil idéias por minuto, dormi agitada e acordada agora já selecionei três para levar a sério (o be my mafia family e parece que tenho um título).

Olha, a gente é supersticiosa, mas tem coisa que é demais
: tentei imprimir pela 6ª vez O Horla e deu pau na impressora. Saco. É engavetamento de papel, falta de tinta, o driver que some, enfim, poderíamos dizer que coincide com um período em que não imprimi nada por conta da cirurgia, entretanto vc bem sabe o que são coincidências.

E já sei o motivo d’O Horla estar me perseguindo: eu prefiro O Homem de Areia, é isso, é vingança, é invejinha. A única coisa que realmente aprecio n’O Horla é que ele é carioca, então se pronuncia com o /r/ velar aspirado, não importa qual versão: Le Horla, Der Horla, The Horla, ترجمة محمـــد فــــري استدعى, 紀伊國屋書店, etcs.

Também mandei e-mail aos meus amigos para darem pitacos num rascunho vagabundo de interpretação sobre o conto e todo mundo ignorou. Tô aqui nesse calor com O Horla, lendo uns artigos miseráveis, uma bobajada, dureza.

Ao menos não perco o sono por isso. Vamos deixar bem claro que esse tipo de aparição aqui a gente trata como mascote. O Canek até rosnou pr’O Horla, pra explicá quem é que manda na casa. Daqui a pouco eles se juntarão para morder minhas havaianas, esse espírito bem de mascote tropical [suspiro]. Vou trabalhá.

Canek faz cara de tédio aO Horla.

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SERVIÇO: Ciclo de palestras “Psicanálise, Arte e Estética”.
28. NOVEMBRO: Arthur Bispo do Rosário, Arte Bruta e Teatro, com João Miguel e Maria Teresa Ramos Lamberte
28. FEVEREIRO: (sim, só ano q vem) Guy de Maupassant e o Realismo Fantástico no Conto O Horla, com Ana Rüsche e Raquel Diaz Degenszajn
Tudo lá no b_arco.

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