Não ficção

Produção crítica sobre ficção científica, utopia, literatura escrita por mulheres e poesia.

Na máquina do tempo de papel: “Comba Malina” e a importância da ficção científica de Dinah Silveira de Queiroz (In a paper time machine: “Comba Malina” and the importance of Dinah Silveira de Queiroz’s science fiction), co-author: LOUSA E LAGO, Pilar Bu. Revista Abusões, Rio de Janeiro, UERJ, Disponível em: https://doi.org/10.12957/abusoes.2020.46421

Dinah Silveira de Queiroz (1911-1982) publicou quase 20 livros em carreira premiada. A partir de seu livro Comba Malina (1969) procura-se entender sua na Ficção Científica Brasileira, os motivos de seu apagamento e a importância do resgate de sua produção.

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Como ‘A Ilha do Tesouro’ de Robert Louis Stevenson moldou o imaginário da pirataria. Estado de S. Paulo, São Paulo, 4 jan. 2020. Caderno Aliás. Disponível em: https://alias.estadao.com.br/noticias/geral,como-a-ilha-do-tesouro-de-robert-louis-stevenson-moldou-o-imaginario-da-pirataria,70003142087. Acesso em: 20 abr. 2020.

Análise de A Ilha do Tesouro, Robert Louis Stevenson, livro clássico que consolidou elementos de outras obras e criou novas convenções que se consagrariam

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Pasárgada, me leva que vou com você. Suplemento Pernambuco, Recife, ed. 168, p. 12-15, fev.  2020.  Disponível em: https://www.suplementopernambuco.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es-anteriores/77-capa/2435-pas%C3%A1rgada,-me-leva-que-vou-com-voc%C3%AA.html. Acesso em: 20 abr. 2020.

Partindo da comemoração de 90 anos do poema Vou-me embora pra Pasárgada, de Manuel Bandeira, a autora revisita o poema procurando novas bases para se ter esperança, na essencial busca por utopias para que seja possível imaginar futuros possíveis.

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Ideias por nascer. Quatro cinco um, ed. 29. dez. 2019. Disponível em: https://www.quatrocincoum.com.br/br/resenhas/l/ideias-por-nascer. Acesso em: 20 abr. 2020.

Como um experimento mental, livros de Ursula Le Guin rascunham o que está no porvir para pensar o presente: análise das obras A mão esquerda da escuridão (1969) e A curva do sonho (1971).

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“Comba Malina”: a ficção científica de Dinah Silveira de Queiroz (e seu apagamento). Suplemento Pernambuco, Recife, out. 2019. Disponível em http://www.suplementopernambuco.com.br/artigos/2369-comba-malina-a-fic%C3%A7%C3%A3o-cient%C3%ADfica-de-dinah-silveira-de-queiroz-e-seu-apagamento.html. Acesso em: 20 abr. 2020.

Apresentação da autora de ficção científica Dinah Silveira de Queiroz (1911-1982) e análise de  seu livro de contos Comba Malina (1969), por ocasião da comemoração dos 50 anos de sua publicação.

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“The Testaments”, de Margaret Atwood: para não esquecer o que é liberdade. Suplemento Pernambuco, Recife, ed. 164, p. 4-5, out. 2019. Disponível em: https://www.suplementopernambuco.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es-anteriores/72-resenha/2352-the-testaments-,-de-margaret-atwood-para-n%C3%A3o-esquecer-o-que-%C3%A9-liberdade.html. Acesso em: 20 abr. 2020.

Análise do aguardado novo romance da autora canadense Margaret Atwood, The Testaments, que retoma o mesmo universo arrepiante O Conto da Aia, publicado em 1985.

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Quando bruxas assombram a ficção científica. Editora Aleph Medium, 19 set. 2019. Disponível em: https://medium.com/editora-aleph/quando-bruxas-assombram-a-fic%C3%A7%C3%A3o-cient%C3%ADfica-aae86aaf3b3d. Acesso em: 20 abr. 2020.

A bruxa, um ícone central e muitas vezes definidor para os modos de narrar da fantasia, do maravilhoso e do gótico, pode despontar de forma espectral na ficção científica e contaminar narrativas de formas surpreendentes. A figura assombra a FC em arquétipos que alicerçam a história, serve de muro de arrimo para se construir personagens e se mostra útil para discutir o que é poder.

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Dar forma ao presente da vergonha (Bastidores): sobre “A Telepatia são os outros”. Suplemento Pernambuco, Recife, ed. 162, p. 3, ago. 2019. Acesso em: 20 abr. 2020.

Ana Rüsche escreve sobre os bastidores de seu romance, em que a telepatia permite controlar o outro e a si mesmo, não mais a vigilância digital e as selfies. O texto reflete ainda sobre a ficção científica e o compartilhamento de intimidades que hoje ocorre nas redes sociais.

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Ian McEwan e a versão perfeita de nós mesmos. Suplemento Pernambuco, Recife, ed. 160, p. 23, junho 2019. Disponível em: https://www.suplementopernambuco.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es-anteriores/72-resenha/2304-ian-mcewan-e-a-vers%C3%A3o-perfeita-de-n%C3%B3s-mesmos.html. Acesso em: 20 abr. 2020.

O artigo analisa Máquinas como eu, novo romance de Ian McEwan, que apresenta uma narrativa de suspense a respeito de um triângulo amoroso em que um dos vértices é um robô.

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Bruno Anselmi Matangrano e Enéias Tavares, Fantástico brasileiro – o insólito literário do romantismo ao fantasismo. Brumal: Revista de investigación sobre lo Fantástico, [S.l.], v. 7, n. 1, p. 271-275, mar. 2019. Disponível em https://revistes.uab.cat/brumal/article/view/v7-n1-rusche/pdf-49-por. Acesso em: 20 abr. 2020.

Resenha de Fantástico brasileiro, de Bruno Anselmi Matangrano e Enéias Tavares, obra de referência didática e de consulta sobre o tema, que presenta um levantamento impressionante de obras desde o século XIX até os dias de hoje e organiza um caudaloso número de vozes ora em forma de resgate de obras esquecidas ora na contribuição com olhares analíticos.

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Uma constelação sobre o medo: 40 anos de “Alien, oitavo passageiro”. Editora Aleph Medium. 13 maio 2019. Disponível em: https://medium.com/editora-aleph/uma-constela%C3%A7%C3%A3o-sobre-o-medo-cc513b260fe. Acesso em: 20 abr. 2020. (Publicado também no livreto Mundos Distantes: Estágio 002, Cinesesc, abril de 2019)

Dez anos após o primeiro passo na Lua, Alien: O Oitavo Passageiro (1979) consolida o retrato da exploração espacial ao lado de 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968) e Star Wars (1977). Sua estreia aconteceu no mesmo ano do primeiro longa da franquia Star Trek (Jornada nas Estrelas: O Filme), em uma época marcada pelo início da distensão da Guerra Fria.

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Romance histórico narra tentativa de golpe a Juscelino Kubitschek. O Estado de São Paulo, São Paulo, 9 fev. 2019. Caderno Aliás. Disponível em: https://alias.estadao.com.br/noticias/geral,romance-historico-narra-tentativa-de-golpe-a-juscelino-kubitschek,70002713303. Acesso em: 20 abr. 2020.

Análise do romance O Último Tiro da Guanabara, de Bruna Meneguetti, que reúne influências da literatura latino-americana e da fantasia. Com minúcias e reviravoltas, o livro narra a crise política que antecede a posse de Juscelino Kubitschek em 1955, um ano após o suicídio de Getúlio Vargas. 

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Tudo o que você já sabe. Deriva, [S.l.], 4ª edição, 14 jan. 2019. Disponível em: https://derivaderiva.com/tudo-que-voce-ja-sabe/. Acesso em: 20 abr. 2020.

O mundo conectado do futuro que chegou e como se dá o comportamento humano nessa nova forma de estar neste mundo que se assemelha à ficção.

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Mares profundo: passado e presente da ficção científica brasileira. In: MONTEIRO, Jeronymo. Três meses no século 81. Plutão: São Paulo, 2019.

Prefácio à Coleção Zigue-Zague da Plutão Livros.

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“As meninas” e a convicção da amizade em tempos de crise. Suplemento Pernambuco, Recife, ed. 153, p. 12-13, nov. 2018. Disponível em: http://www.suplementopernambuco.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es-anteriores/77-capa/2181-as-meninas-e-a-convic%C3%A7%C3%A3o-da-amizade-nos-tempos-de-crise.html. Acesso em: 20 abr. 2020.

 O romance As meninas, Lygia Fagundes Telles é preciso. Ler As meninas é receber, por um túnel do tempo, uma correspondência íntima do outrora ao agora. O livro expõe um grau extra de complexidade histórica sobre relações entre mulheres: como é ter a vida atravessada por um regime autoritário.

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Hilda Hilst: o nosso tempo é agora. Revista Ponto. São Paulo, SESI-SP, ed. 16. jul./ago./set. 2018. Disponível em http://revistaponto.com.br/literatura/hilda-hilst-o-nosso-tempo-e-agora/. Acesso em: 20 abr. 2020.

Hilda Hilst foi escolhida como autora homenageada na 16a edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) de 2018. A homenagem gerou interesse sem precedentes por sua obra,  e este artigo descreve várias iniciativas de divulgação e reedição de sua obra.

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Por que ler os clássicos da ficção científica. Editora Aleph Medium, [S.l.], 30 ago. 2018. Disponível em https://medium.com/@editoraaleph/por-que-ler-os-cl%C3%A1ssicos-da-fic%C3%A7%C3%A3o-cient%C3%ADfica-79aefde138d6. Acesso em: 20 abr. 2020.

Durante o século XX, livros de ficção científica foram responsáveis por moldar a imaginação sobre avanços tecnológicos industriais por gerações. Uma construção coletiva, ao longo de encadernações e páginas, para se discutir o que seja a ciência no agora, seus propósitos, conquistas e suas consequências.

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Rest in Power: Ursula Kroeber Le Guin (1929-2018). Revista Fantástika 451, [S.l.], verão de 2018, p. 63-66. Disponível em: https://fantastika451.com.br/wp-content/uploads/2019/09/revista-fantastika-451_v1n1_verao_2018_m.pdf. Acesso em: 20 abr. 2020.

Ursula Le Guin faleceu aos 88 anos. O texto faz retrato biográfico da autora, apontando seu percurso na ficção científica e na fantasia, inovações na forma do romance, críticas e rótulos que recebeu. Le Guin possuía uma crença na força das utopias e demanda a quem escreve no século XXI não esquecer desta força.

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Ursula K. Le Guin nos deixou a tarefa de sonhar. O Globo, Rio de Janeiro. 25 jan. 2018. Caderno Cultura. Disponível em https://oglobo.globo.com/cultura/livros/artigo-ursula-le-guin-nos-deixou-tarefa-de-sonhar-22326163. Acesso em: 20 abr. 2020.

Obituário de Ursula Le Guin, rememorando principais obras e feitos da carreira.

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Só fracassa quem tem muita coragem: as sete vidas do audacioso Blacksad. Revista Ponto, São Paulo, SESI-SP, ed. 14, nov./dez.2017-jan. 2018. Disponível em http://revistaponto.com.br/hq-especial/so-fracassa-quem-tem-muita-coragem-as-sete-vidas-do-audacioso-blacksad/. Acesso em: 20 abr. 2020.

Na HQ Blacksad, meio a tiros, investigações e amores fracassados, o gato detetive traça jornadas perigosas, nem sempre frutíferas, para ganhar seus trocados, alguma justiça e saciar sua curiosidade. O autor Juan Díaz Canales mantém a tensão página a página dentro da melhor tradição das boas histórias de detetives.

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Cultura e política nos anos 2010: anseios e impasses na obra de Aline Valek e Lady Sybylla (escrito com FURLANETTO, Elton Luiz Aliandro). Revista Abusões, Rio de Janeiro, UERJ, n. 7, v. 7, ano 4, 2018. Disponível em https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/abusoes/article/view/35341. Acesso em: 20 abr. 2020.

O romance As águas-vivas não sabem de si, de Aline Valek (2016), e a novela Deixe as estrelas falarem, de Lady Sybylla (2017), traduzem os anseios dos ideários culturais e políticos no Brasil contemporâneo. Neste artigo, discute-se o gênero literário “ficção científica”, por intermédio do insólito ficcional, apresentando-se o contexto histórico nacional e internacional dos anos 2010 e analisando-se as formas literárias nos textos tendo em vista a metodologia desenvolvida pela crítica materialista e observando-se as teorias feministas e estudos de gênero no século XXI.

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A poesia é fluxo. Capacidade de conexão. In: MELO, Tarso de (org.). Sobre poesia ainda. São Paulo: Lumme, 2018. p. 33-35.

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Absoluta confiança no absoluto. In: PARRA, Patrícia. Constelação de Caminhos. São Paulo: Patuá: 2018. p. 5-6;

Prefácio ao livro Constelação de Caminhos.

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Margaret Atwood: de quanto o real supera a ficção. Suplemento Pernambuco, Recife, ed. 142, p. 12-17, dez. 2017. Disponível em: http://www.suplementopernambuco.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es-anteriores/77-capa/2002-margaret-atwood-de-quanto-o-real-supera-a-fic%C3%A7%C3%A3o.html. Acesso em: 20 abr. 2020.

Qual o motivo da mais recente onda de sucesso de um livro publicado há mais de 30 anos? Inclusive, parece que Atwood não sairá tão cedo dos destaques das livrarias: além da primeira temporada da série The handmaid’s tale, adaptada pela Hulu (criada por Bruce Miller, 2017), vem aí Alias Grace, pela Netflix. Com 79 anos completos, a voz da escritora e sua obra ressoam uma vez mais. Até cotada para o Nobel ela foi.

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Ursula Le Guin aborda a utopia em livro premiado sobre planetas gêmeos. Folha de S. Paulo, São Paulo, 27 nov. 2017. Caderno Ilustríssima. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2017/11/1938606-ursula-le-guin-aborda-a-utopia-em-livro-premiado-sobre-planetas-gemeos.shtml. Acesso em: 20 abr. 2020.

Obra clássica de Ursula K. Le Guin, Os Despossuídos narra a jornada de Shevek, um homem que desafiará muros em duas histórias imbricadas, que paralelas traçam a trajetória do protagonista entre os planetas gêmeos Anarres e Urras. Escrito no período de distensão da Guerra Fria e durante a Guerra do Vietnã, incorpora a rivalidade entre nações, a ameaça de aniquilação mútua, a corrida espacial. 

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A criatividade como sugestão metodológica possível para o ensino da criação literária – três casos práticos que envolvem escuta, educação popular e empatia. In: ZELNYS, Geruza; CARVALHO, Alexandre Filordi de (orgs.). Paisagens menores, experiências com a escrita criativa. São Paulo: Dobradura Editorial, 2017. p. 93-103.

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Plataformas de Solidariedade (escrito com SANTINI, Daniel). In: SCHOLZ, Trebor. Cooperativismo de Plataforma. São Paulo: Elefante, 2016. p. ??

Prefácio ao livro Cooperativismo de Plataforma.

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A chuva é de arranhar. In: ESCALEIRA, Bruna. Algo a declarar. São Paulo: ComArte, 2016. p. 7-8

Prefácio ao livro Algo a declarar.

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Tornar presente o ausente: escrita criativa e reflexão sobre direitos humanos (escrito com MASCARO, Laura D. M.). Lua Nova, São Paulo, n. 96, p. 71-87,  dez.  2015.   Disponível     em: http://ref.scielo.org/fy9xt2. Acesso em: 20 abr. 2020.

O artigo relata a experiência das oficinas “A Narrativa revela o sentido sem cometer o erro de defini-lo” sobre direitos humanos e criação literária ministradas pelas autoras – atividades guiadas pelo pensamento filosófico de Hannah Arendt. A metodologia aplicada teve como inspiração o curso de Arendt “Experiências políticas no século XX”. A criação literária mostrou-se uma poderosa ferramenta de reflexão sobre questões que envolvem direitos humanos, principalmente em momentos de crise.

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Utopia, feminismo e resignação em The left hand of darkness e The handmaid’s tale. 2015. Tese (Doutorado em Estudos Linguísticos e Literários em Inglês) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015. Disponível em https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8147/tde-09092015-164853/pt-br.php. Acesso em: 20 abr. 2020.

Na Tese, discute-se a impossibilidade da configuração da utopia nos romances norte-americanos The left Hand of Darkness, de Usula Le Guin (1969), e The Handmaids Tale, de Margaret Atwood (1985), observando-se as teorias feministas e estudos de gênero na segunda metade do século XX; as formas literárias dentro da noção do que seria o romance no pós – modernismo; a crítica da representação e suas funções ideológicas e a emergência de impulsos utópicos em produtos da cultura de massa, tendo em vista a metodologia desenvolvida pela crítica materialista, com ênfase nas análises de Fredric Jameson na obra Archaeologies of the future: the desire called utopia and other science fictions.

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Que sussurre a primeira palavra quem nunca mentiu ao brincar de telefone sem fio. In: ROSSI, Vera Saad. Telefone sem fio. São Paulo: Patuá, 2014. p. 7-8.

Prefácio ao livro Telefone sem fio

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Pode parar: ninguém vai pro céu. In: PONTES, Caco. Sociedade vertical. Edições Maloqueiristas, 2014. p. 5-6.

Prefácio ao livro Sociedade vertical.

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Carta de Apresentação. In: AQUINO, Lilian. Pequenos afazeres domésticos. São Paulo: Patuá, 2011. p. 11-13.

Prefácio ao livro Pequenos Afazeres Domésticos

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Prefácio. In: BERNARDO, Juliana. Carta Branca. São Paulo: Patuá, 2011. p. 11-13.

Prefácio de Carta Branca

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Marcelo Mirisola: O acerto de contas na sauna finlandesa. Le Monde Diplomatique, São Paulo, fev. 2010.

Resenha sobre o último lançamento de Marcelo Mirisola.

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Palmilhando um caminho, faz-se o caminho ao andar (sobre Coleção Poesias de Espanha: das Origens à Guerra Civil/org. e trad. Fábio Aristimunho Vargas, ed. Hedra). Le Monde Diplomatique, São Paulo, maio 2009.

Resenha sobre a coleção que organiza a poesia publicada na Espanha de diferentes tradições linguísticas.

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[Sem título]. In:  David,  Gonzalo. Superhéroe, Santiago: Editorial La Liga de la Justicia, 2009. s/p.

Prólogo para o livro de poesias Superhéroe.

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Direito do comércio internacional, discurso e semiótica: o acordo constitutivo da organização mundial do comércio. 2008. Dissertação (Mestrado em Direito) – Faculdade de Direito, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008.

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Decidimos não morrer de fome, é isso? Sobreviva à burocracia dos campos de edição & caracteres contados: Editais de Fomento à Cultura. Revista Simples, São Paulo, set. 2008.

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