Sobre

Olá!

Nasci em 1979. Sou da geração que aprendeu a datilografar em máquina de escrever e ouviu primeiros maravilhosos ruídos da Internet discada.

Hoje me dedico integralmente à literatura e tenho muito prazer em bolar novas narrativas, novas histórias. Escrevo ainda não ficção, traduzo e dou aulas de escrita criativa. Muito prazer!

Ana Rüsche (São Paulo, 1979)

É escritora de ficção científica e de poesia. Em prosa, publicou o romance Acordados (Ed. Amauta, Brasil: 2007), premiado pelo PAC, Secretaria de Cultura de São Paulo; Do amor — o dia em que Rimbaud decidiu vender armas (Ed. Quelônio, 2018, cuja versão inicial foi finalista do Nascente USP em 2007).

Seu último livro, A telepatia são os outros (Monomito, 2019), foi finalista do Prêmio Jabuti e do Argos, além de vencedor do Odisseia de Literatura Fantástica. Resenhado em sites e podcasts, foi listado pelo Estadão entre Dez livros essenciais (Aliás, junho, 2019) e comentado na matéria Solarpunk Is Not About Pretty Aesthetics — it’s About the End of Capitalism, de Hannah Steinkopf-Frank (Vice, setembro de 2021).

Nos contos, destacam-se “Mergulho no azul cintilante”, publicado em A máquina do tempo, edição comemorativa sobre H.G. Wells (org. Enéias Tavares, DarkSide, 2021); “A canção mais valiosa do Brasil” (in Revista do Sesc Osasco, org. de Nelson de Oliveira, setembro de 2021); “Nina e o furação”, publicado em italiano na antologia Solarpunk: Come ho imparato ad amare il futuro (org. Fabio Fernandes e Francesco Verso, Future Fiction, 2020); “Na era do fogo”, em projeto do Suplemento de Pernambuco e Instituto Serrapilheira, escrito a partir da pesquisa da geóloga Adriana Alves (Botão vermelho, n. 77, setembro de 2019); e “Protocolos de redação”, publicado n’O Estado de S. Paulo (julho de 2019).

Estreou com o livro de poesia Rasgada (Quinze & Trinta, São Paulo: 2005), traduzido e publicado no México (Ed. Limón Partido, Cidade do México, 2008, trad. Alberto Trejo e Alan Mills). Seguiu publicando poesia em Sarabanda (Selo Demônio Negro, São Paulo: 2007), que recebeu uma reedição pela Ed. Patuá (São Paulo, 2013), Nós que Adoramos um Documentário, ganhador do ProAC (Ed. Ourivesaria da Palavra, São Paulo: 2010); Furiosa, edição comemorativa (ed. autora, 2016), e Monstruosidades — tudo o que já falei e ninguém nunca escutou (nosotros, editorial, 2019). [detalhes em poesia]

É doutora em Letras pela FFLCH-USP com a tese “Utopia, feminismo e resignação em The left Hand of Darkness (de Ursula Le Guin) e The Handmaid’s Tale (de Margaret Atwood)” que discute estes gêneros literários. É formada em Letras e também em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), sendo mestre em Direito Internacional. Produziu o especial Margaret Atwood: de quanto o real supera a ficção para o Suplemento de Pernambuco (dez. 2017) e depois “The Testaments”, de Margaret Atwood: para não esquecer o que é liberdade (out. 2019). Sobre Ursula Le Guin, escreveu o artigo Ideias por nascer para Revista Quatro Cinco Um (2019), a resenha sobre Os Despossuídos para a Ilustríssima (nov. 2017) e por ocasião de seu falecimento, Ursula Le Guin nos deixou a tarefa de sonhar para O Globo (jan. 2018). Realizou trabalhos pontuais sobre literatura brasileira, com ênfase no insólito ficcional, em obras de Dinah Silveira de Queiroz, Ignácio de Loyola Brandão, Lygia Fagundes Telles, Manuel Bandeira, entre outras pesquisas. É parecerista de revistas acadêmicas nos temas de ficção científica, utopias, distopias e ecologia. [vide lista sobre não ficção]

Publicou Manual de sobrevivência na escrita, com George Amaral (Monomito, 2020), um guia para quem pretende escrever textos, de poesia a projetos acadêmicos. Ministrou cursos e palestras sobre poesia contemporânea brasileira na Universidade Autônoma do México (UNAM), na Universidad Diego Portales, em Santiago do Chile, e no Centro Cultural Brasil-Moçambique em Maputo. Há 15 anos, presta serviços como professora de escrita criativa e palestrante na Casa das Rosas, nas Unidades do SESC, Biblioteca Alceu Amoroso Lima e espaços independentes como b_arco e Tapera Taperá. Coordenou os encontros Romances utópicos e moedas distópicas (2017 e início de 2018) na Tapera Taperá. Organizou e participou do 1º Festival literatura fantástika: um Brasil irrealista (jan. 2018). Palestrou na Cryptorave sobre Mover a máquina em direção ao humano em 2016. Ministrou, junto com o escritor tradutor Fábio Fernandes, a oficina Fantastika no Hussardos Clube Literário em 2013. Participou de festivais de literatura no Brasil e outros países da América Latina, como o The Americas Poetry Festival of New York em 2017. Integrou a organização dos festivais internacionais FutureCon e Relampeio, entre outros.

Produz o podcast Incêndio na Escrivaninha – um podcast sobre os livros e o mundo, com Thiago Ambrósio Lage e Vanessa Guedes. Entusiasta da mídia, entre outras participações em podcasts, foi entrevistada pelo Le Monde Diplomatique, episódio 124 do Guilhotina, sobre utopias e distopias atuais (julho de 2021).

+ Wikipedia
+ Plataforma Lattes

FAQ

Coisas memoráveis da literatura?
Em 2015, um poema meu, o amor e o uso dos pronomes, foi incluído em exercícios de língua portuguesa para vestibular, material editado pela Poliedro. Daí passei a receber uma enxurrada de mensagens de estudantes me perguntando as respostas, hehe (não, eu não sabia muito bem a solução do exercício).

O teu nome é… ?
Sim, só tenho estes dois nomes:
Ana Rüsche é o que consta na certidão de nascimento.

Contato

Em que posso ajudar?

A respeito de direitos autorais de narrativas: sou representada pela Agência Magh.

Sobre direitos autorais de poemas: meus livros Furiosa e Nós que adoramos um documentário estão em domínio público, licença que consta expressa nas edições. Para solicitar autorização de outros poemas, me escreva.

Sobre contratações de cursos, palestras e eventos, assim como redação artigos e traduções estou aqui às ordens. :)
Me escreva no anarusche [@] gmail.com.

Rolar para o topo